FONTE:
Marcela Ayres, “Exame”, 19-10-2012 (ver aqui)
sexta-feira, 19 de outubro de 2012
Os jornais digitais e a greve da Lusa
Sem
o serviço de notícias da agência Lusa, cujos jornalistas estão em greve (ver aqui), as edições
digitais dos vários jornais portugueses estão diferentes. Não basta consultar um jornal para ficarmos a saber o que trazem todos. É preciso consultar todos os jornais para ficarmos
informados sobre tudo o que foi noticiado.
É paradoxal, mas, sem a Lusa, os jornais "online" estão melhores. É certo que, por estes dias, as páginas dos vários jornais “online” têm menos notícias do País e do mundo lusófono, mas todos eles têm assuntos diferentes e devidamente assinados pelos seus jornalistas. Cada jornal ganha, portanto, a sua identidade. Presumo que o mesmo aconteça nas edições impressas, às quais não tenho acesso no Brasil. Vejamos alguns: o "Público", o "Jornal de Notícias", o "Diário de Notícias" e o "i".
É paradoxal, mas, sem a Lusa, os jornais "online" estão melhores. É certo que, por estes dias, as páginas dos vários jornais “online” têm menos notícias do País e do mundo lusófono, mas todos eles têm assuntos diferentes e devidamente assinados pelos seus jornalistas. Cada jornal ganha, portanto, a sua identidade. Presumo que o mesmo aconteça nas edições impressas, às quais não tenho acesso no Brasil. Vejamos alguns: o "Público", o "Jornal de Notícias", o "Diário de Notícias" e o "i".
Isto
não significa que a greve da Lusa seja positiva para os jornais, ou que a Lusa não seja necessária.
Pelo contrário. A greve, independentemente da sua justeza, é negativa para os jornais e a Lusa é muito necessária para o bom serviço dos meios de
comunicação portugueses, tanto em Portugal como em vários países do mundo. As notícias da agência é que não deveriam ser utilizadas sem a mínima intervenção do
jornalista-editor de cada edição digital, ao ponto de as notícias dos jornais
“online” serem todas iguais.
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
O génio de Duda Mendonça
Os
programas de televisão do candidato do Partido dos Trabalhadores (PT) à
Prefeitura de Fortaleza, dirigidos por Duda Mendonça, antigo marqueteiro do ex-Presidente brasileiro Lula da Silva, são, simplesmente, geniais. Cada vídeo do candidato do
partido de Dilma Roussef e Lula da Silva é uma aula de marketing político, que
vemos com interesse e atenção – objetivos máximos de qualquer campanha
eleitoral (ver aqui o canal). O segredo destes vídeos parece simples: todos eles contam uma história e não procuram impingir promessas eleitorais. As promessas e os compromissos vão passando, muitas vezes de forma subliminar. E também de forma direta, mas sem exagero. O sonho vai passando. E o eleitor fica agarrado à tela. Cada programa é uma peça sedutora, onde ouvimos o povo, onde
ouvimos a família e os amigos do candidato a contar histórias que incorporam um
lastro de verdade numa narrativa prometedora, reforçada por um jogo de imagens muito
dinâmico e tecnicamente muito apurado. Com todo este “embrulho”, o eleitor menos atento ou menos formado até
pode pensar que está a assistir ao relato da realidade quotidiana de um serviço telejornalístico.
A
verdade é que Duda Mendonça conseguiu transformar Elmano de Freitas, uma figura desconhecida de Fortaleza, que em Julho tinha apenas 3% nas
sondagens, num potencial prefeito da quinta maior cidade brasileira. E, em grande
parte, à custa do bom aproveitamento da televisão. Aliás, no Brasil, e de acordo
com a representatividade eleitoral dos partidos na Câmara dos Deputados de
Brasília, os candidatos têm direito a tempos de antena diários ao longo de
várias semanas e “spots” de publicidade muito curtos durante o dia, nos
intervalos dos programas de entretenimento das televisões de sinal aberto. Curioso
é também o recurso à popularidade e ao capital político do ex-Presidente Lula
da Silva. Aliás, Lula apareceu em anúncios e tempos de antena de TV a falar das
virtudes de muitos dos candidatos petistas. Ao contrário de Dilma, mais
resguardada. E, em apenas três meses, o PT fabricou candidatos que chegam ao segundo turno – cuja campanha decorre – potencialmente
vencedores.
A
mesma linha de excelente qualidade no marketing político televisivo brasileiro também pode
ser vista nos programas de Fernando Haddad, também do PT, candidato à
Prefeitura de S. Paulo (ver aqui o seu canal) – neste caso sob a batuta de João Santana, antigo parceiro de Duda Mendonça até
rebentar o escândalo do Mensalão, no qual o ex-marqueteiro de Lula da Silva foi acusado
de evasão de divisas, tendo sido absolvido (ver informação aqui). Ainda quanto a Duda Mendonça, que em Portugal, fez a última campanha da rede de supermercados "Pingo Doce", vale a pena ler o seu livro “Casos & Coisas” para ficar a conhecê-lo melhor e aprender coisas interessantes sobre os meandros das campanhas políticas.
terça-feira, 16 de outubro de 2012
“New York Times” lança edição digital para o Brasil
O jornal norte-americano “New York Times” decidiu criar uma edição digital em língua portuguesa direcionada para o público brasileiro, a lançar em 2013. O histórico jornal americano demonstra, assim, que não está fechado sobre si próprio e que sabe dar a devida atenção às movimentações dos mercados e às mudanças geopolíticas e económicas que atravessam o mundo neste início do século XXI. A decisão editorial do jornal norte-americano é um sinal da crescente importância do Brasil como pólo cultural do presente e do futuro e como espaço económico a crescer com aparente solidez (ver aqui).
O
número e a qualidade dos meios de comunicação são excelentes indicadores
económicos de uma cidade, de uma região ou de um País. A abertura de jornais e
revistas, generalistas ou especializados, que costuma ocorrer em momentos de
expansão, sinaliza saúde económica e financeira de um mercado. Já o
encerramento de publicações, na maioria dos casos demonstra exatamente o
contrário, como acontece neste momento em Portugal, com o despedimentos de
jornalistas e o encerramento de várias publicações (ver aqui).
domingo, 14 de outubro de 2012
António Oliveira dá lições de comunicação ao Sporting
António
Oliveira foi um dos melhores futebolistas da história do Sporting Clube de
Portugal. Se jogasse hoje representaria, certamente, os melhores clubes do
mundo. Depois de ter sido campeão no FC Porto de José Maria Pedroto e de se incompatibilizar
com o presidente portista Américo de Sá – o último antes de Pinto da Costa
subir ao poder –, Oliveira chegou a Alvalade já com 29 anos, pela mão do
presidente João Rocha, e foi campeão nacional e vencedor da Taça de Portugal,
com Malcolm Allison como treinador, em 1981-1982. No ano seguinte, Allison foi
despedido antes do campeonato começar – por causa de excessos num estágio que
decorreu na Bulgária, durante três longas semanas – e Oliveira foi chamado às
funções de treinador-jogador, tendo chegado aos quartos-de-final da Taça dos
Clubes Campeões Europeus. Foi o primeiro e único treinador-jogador da história
do clube. É o autor da frase "Por cada Leão que cair outro se
levantará", que ficou imortalizada nas paredes do Estádio de Alvalade,
tendo sido proferida antes de um jogo com o Benfica, no qual não participou por
estar lesionado, tendo o Sporting vencido por 3-1. Hoje, aos 60 anos, Oliveira
continua a dar lições ao Sporting. Desta vez, são lições de comunicação, como demonstram
as declarações prestadas numa entrevista ao jornal “A Bola”. Eis as frases:
“Diga-me
quantas vezes nos últimos tempos, a não ser agora, autorizado pelo presidente
ou em substituição dele, um dirigente do FC Porto falou ou deu entrevistas?”
“Diga-me
quantas vezes no Sporting, por exemplo, algum dirigente que não o presidente
fala ou dá entrevistas?”
“Diga-me
quantas vezes o FC Porto deixa passar uma notícia antes de haver a certeza
daquilo que foi a decisão dos seus dirigentes?”
“Diga-me
quantas vezes o Sporting deixa passar uma notícia antes de haver a certeza
daquilo que foi a decisão dos seus dirigentes?”
“Li que o
presidente do Sporting estava com dúvidas em impor o nome do seu treinador. Mas
então quem é o responsável máximo pelo clube? É Godinho Lopes ou é o conjunto
de pessoas que pode pôr em causa o nome do treinador que o presidente quer? Há
aqui uma falta de liderança enorme.”
“Por que é
que, por exemplo, os treinadores nunca têm sucesso no Sporting, depois saem e
têm sucesso? Então e a culpa é só dos treinadores? Ninguém mais tem culpa?
Escolhe-se um treinador, diz-se que é o melhor do mundo no presente e, no
futuro, tem um mau resultado e é despedido? E a cena repete-se ano após anos.
No modelo do FC Porto o presidente é a equipa, o dirigente é a equipa e a
equipa é o dirigente e o presidente. Noutros clubes dá-me a sensação que há uma
equipa de futebol e que depois os dirigentes são outra equipa. E que, às vezes,
se calhar sem querer, são quase adversários.”
António
Oliveira, antigo futebolista e treinador-jogador do Sporting Clube de Portugal
(1981-1984), antigo jogador e treinador do FC Porto e antigo selecionador de
Portugal, “A Bola”, 14-10-2012. Frases destacadas por Rui Calafate, no blog It’s PR Stupid
sábado, 13 de outubro de 2012
Os despedimentos no “Público” e o futuro dos jornais impressos
Um jornal diário de informação geral que não investe na informação local é um jornal sem grande relação afetiva com a sua comunidade de leitores. Não tendo relação com a sua comunidade de leitores, o jornal torna-se descartável e acaba por morrer, porque a informação que esse jornal fornece, sendo a grande informação da agenda mediática nacional e internacional, pode ser encontrada em qualquer outro meio de comunicação, desde logo, a partir da tela do computador ou do telefone celular. Além disso, na era da comunicação digital, os leitores com talento e formação ainda podem buscar informação diretamente nas fontes, que não tem o filtro subjetivo do jornalista.
Ao despedir
48 trabalhadores, a maioria deles jornalistas, ao desinvestir na informação
local e ao anunciar uma aposta no espaço digital, o jornal “Público” – uma
referência incontornável do jornalismo português dos últimos 20 anos, onde tive
o enorme prazer de trabalhar –, torna-se ainda menos jornal. E termina um
processo de mudança que faz do “Público” de hoje um jornal totalmente distinto
do “Público” da última década do século XX – cujo modelo, na altura,
impulsionou mudanças editoriais em toda a imprensa portuguesa. Eis o resultado
de sucessivos erros de gestão e marketing da Sonaecom, empresa proprietária do
título.
Os
despedimentos agora anunciados resultam de cortes sem nexo, que não tiveram em
conta a sobrevivência do próprio jornal. Um dos jornalistas despedidos, por
exemplo, para além de excelente profissional desde a fundação do “Público”, é também
um excelente escritor português. Ou seja, um jornalista que agrega valor à marca
“Público” seja pelo seu trabalho profissional, seja pela sua obra de escritor. Mas
foi dispensado.
O “Público”
acompanhou as mudanças que se verificaram na comunicação e no jornalismo de uma
forma totalmente errada. Os últimos anos têm sido de cortes sucessivos na despesa,
mas na despesa que lhe poderia dar receitas, caso o jornal tivesse uma
estratégia comercial adequada ao mercado português. Os cortes começaram pela
eliminação de colaboradores e correspondentes, até que a redação ficou reduzida
ao “bunker” de Lisboa, que só pensa em Lisboa – embora não dando grande
importância às questões do quotidiano que afetam as pessoas que vivem e
trabalham na capital –, e menospreza o País que, verdadeiramente, não quer
conhecer, nem sequer explicar aos portugueses. É natural, por isso, que os
leitores sejam cada vez menos, que o investimento publicitário seja cada vez
mais baixo e que o futuro se reduza a uma edição digital igual a muitas outras.
Curiosamente,
é no quadro de um sistema mediático global em que vivemos, no qual a informação
chega até nós instantaneamente, vinda de todo o mundo, que mais precisamos de
jornais e de jornalistas que nos expliquem o que está a acontecer, não só à
escala internacional, mas, sobretudo, à escala local e regional. Precisamos, cada
vez mais, de informação sobre o que se passa perto de nós. Ao mesmo tempo, é
preciso pensar nos leitores e envolvê-los no processo de construção do jornal
diário. Envolvê-los nessa construção não é deixá-los escrever insultos ou
frases sem sentido na caixa de comentários das notícias da edição digital. É,
por exemplo, aproveitar as suas sugestões de agenda e indicar no próprio jornal
o nome do leitor que indicou o assunto tratado.
É certo que
os tempos não estão fáceis para a gestão dos jornais, mais a mais numa situação
de crise económica grave como a que se vive em Portugal. Por outro lado, a
informação gratuita que circula na Internet é suficiente para as necessidades
básicas da maioria dos leitores. Mas a vida não está fácil para nenhum dos
agentes que estão no mercado. Até os vendedores de sapatos ou frigoríficos têm
de ser cada vez mais imaginativos no seu negócio. Porque há cada vez mais
concorrentes e os compradores são cada vez mais informados, cada vez mais
exigentes e, por isso mesmo, cada vez menos fiéis às marcas.
A verdade é
que um jornal continua a desempenhar o seu papel de agente orientador do espaço
público mediático, pois vivemos numa selva informativa, em que muita informação
não significa mais e melhor informação.
Neste
contexto, a tendência será sentirmos a necessidade de jornais e jornalistas que
proporcionem uma informação de proximidade que nos ajude a viver mais bem
informados, percebendo o mundo que está mais próximo de nós.
Num tempo em
que as novidades do momento são replicadas como vírus por um sistema mediático
instantâneo e avassalador – e muitas vezes com erros grosseiros justamente por
causa da instantaneidade –, não vejo outro caminho para os jornais se
distinguirem uns dos outros que não seja através de um bom jornalismo local e
regional. Só assim poderão fazer um trabalho distinto, que seja capaz de criar
no leitor a necessidade de ler o seu jornal do dia.
O “Público” ignorou
este caminho, que é um caminho com futuro. Por isso está a falhar como empresa
jornalística.
[Artigo de Luís Paulo Rodrigues, publicado no jornal "Briefing", agregador de notícias sobre comunicação e marketing, 12-10-2012. Ver aqui]
segunda-feira, 8 de outubro de 2012
Tudo sobre o Facebook
A sigla TSF pode significar “telefonia sem fios”, que em Portugal é sinónimo de uma rádio de informação e música (ver e ouvir aqui). Mas, no Brasil, a sigla TSF também pode significar “Tudo Sobre o Facebook” (ver aqui). Mesmo tudo. É um sítio excelente para tirar dúvidas sobre como gerir a sua presença na maior rede social do mundo, melhorando o seu desempenho e aproveitando todas as potencialidades disponíveis na rede. É muito útil. E o saber não ocupa lugar.
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
A verdade tem de ser comunicada
Um conselho de comunicação para marcas, organizações públicas e privadas e até para políticos em início de carreira: estar na posse da verdade não é suficiente para construir as bases sólidas de uma reputação de credibilidade, seriedade e competência. A verdade tem de ser comunicada. Porque na sociedade mediática em que vivemos o que não é comunicado não existe.
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
O “bombardeamento fiscal”, segundo Paulo Portas
Pouco depois de o ministro das Finanças, Vítor Gaspar, ter anunciado um “aumento enorme” da carga fiscal em Portugal, na tarde desta quarta-feira, dia 3, começaram a circular nas redes sociais notícias (como esta) e vídeos (como este), onde Paulo Portas, ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros e líder do CDS, parceiro governamental do PSD, aparece a criticar o “bombardeamento fiscal” do Governo.
Muitos dos recuperadores desses links estavam, evidentemente, a ironizar. Outros não. A questão é que as referidas declarações de Paulo Portas faziam tanto sentido que foram entendidas por muita gente como declarações verdadeiras. Uma vez linkados esses conteúdos, muitos internautas nem repararam que estavam perante declarações antigas de Paulo Portas – no caso de Outubro de 2010, quando o Governo era liderado pelo socialista José Sócrates –, pelo que teceram comentários tendo por base uma hipotética divisão insanável no atual Governo de coligação.
Sabemos que Paulo Portas sempre disse que não admitiria mais aumento de impostos, muito menos um “aumento enorme”, como classificou o ministro Vítor Gaspar. Porém, também é verdade que Portas ainda não disse verdadeiramente o que pensava, ao contrário do que aconteceu em 2010, quando se tratava de atacar a proposta de orçamental do Governo PS para 2011, na qual, saliente-se, nem de perto nem de longe esteve em causa um aumento de impostos tão brutal. Mas, na altura, Portas falou em “bombardeamento”.
Recuperações de notícias ou vídeos antigos são uma das possibilidades que os cidadãos têm agora à disposição na Internet. E uma arma política poderosa. Porque os conteúdos são lançados na rede e ficam por lá. É por isso que os políticos são apanhados com muita facilidade a dizer uma coisa e o seu contrário no mais curto espaço de tempo. Pedro Passos Coelho, por exemplo, é o último campeão da mentira na política portuguesa (ver aqui para confirmar).
As declarações de Paulo Portas que agora foram recuperadas por muitos internautas portugueses são apenas mais um exemplo da facilidade com que podemos ser enganados na rede. Ou de como pode surgir um problema de comunicação entre um político e os cidadãos eleitores. O que significa que precisamos de estar muito atentos ao que estamos a ler, verificando a data ou procurando no Google notícias sobre o mesmo assunto em outros meios de comunicação que confirmem a veracidade daquilo que estamos a ler.
Finalmente, um recado para o departamento de comunicação do CDS: não terem retirado do servidor do partido os vídeos anteriores à tomada de posse do atual Governo é um erro de principiantes. É por isso que a comunicação digital não pode ser entregue a toda a gente – pois implica pensar em muitos detalhes. Hoje, poderíamos ver Paulo Portas falar em “bombardeamento fiscal do Governo” em todo o lado, menos na página oficial do CDS na Internet.
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
As 10 rapidinhas sobre Networking
Apaixonado por vendas, Wilques Erlacher é autor do blogue Venda Melhor (ver aqui). Luso-Brasileiro, nascido em Vitória, capital do Estado de Espírito Santo, e a viver em Lisboa desde 1987, Wilques Erlacher trabalha atualmente como Customer Service Support Director na Saphety (empresa do grupo Sonaecom). Também é presidente da Associação Portuguesa dos Profissionais de Vendas e formador do módulo de Vendas para Arquitetos e Designers na Academia Edinteriores. Aliás, Erlacher é formado em Arquitetura e possui duas formações avançadas em Gestão na Universidade Católica Portuguesa. Do seu blogue “Venda Melhor” partilho com os meus leitores o texto intitulado “10 rapidinhas sobre Networking”, um tema que tenho destacado neste espaço, dado tratar-se uma área central na vida dos comunicadores contemporâneos (ver aqui). Afinal, fazer Networking é comunicar.
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