“Um consultor de Comunicação, experimentado, racional e profissionalmente humilde, sabe que há situações em que à Comunicação desfavorável não se deve responder com mais Comunicação. Sabe que há actividades que, em matéria de Comunicação, merecem prudência acrescida, sendo a dos serviços de Informação uma das primeiras que nos ocorrem. Sabe que, quando o "nosso lado" tem objectivos de conquista e os "nossos adversários" pretendem evitar a sua concretização, mantendo o “status quo”, alimentar Comunicação adversa com Comunicação nossa – mesmo que ela fosse sólida (…) – é um erro de palmatória, daqueles que se aprendem nos cursos básicos de Public Relations [PR]. Muitas vezes, os consultores de Comunicação tendem a arrastar os seus aconselhados para aventuras mediáticas apenas porque eles próprios, os consultores, têm ambições de protagonismo. Trata-se de um erro fatal a que podemos chamar da doença infantil das PR.”
[FONTE: Luís Paixão Martins, “Briefing”, 01-08-2011]

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